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Cálculo renal: quais os alimentos que se deve evitar

15.01.2018

Como já dizia Hipócrates: “faça do seu alimento o seu remédio”. E o filósofo estava certo ao afirmar que a maneira no qual nos alimentamos impacta diretamente na nossa saúde.

 

Tanto de forma positiva quanto de forma negativa. De acordo com os especialistas há diversas doenças que podem ser evitadas através de uma boa alimentação, e uma delas, é o cálculo renal (pedra nos rins). 

 

O problema surge no verão, mas pode acontecer em qualquer estação do ano. Porém, em épocas mais quentes o índice é ainda maior. 

Quando as temperaturas sobem, as pedras podem aparecer, isso porque as pessoas transpiram demais no calor. E não tomam líquidos o suficiente para manter a hidratação. Dessa forma, a urina fica bastante concentrada podendo formar as pedras.

 

As pedrinhas são compostas de sais de cálcio ou ácido úrico. Para não sofrer desse tormento que atinge milhões de brasileiros, a melhor coisa a fazer, é prevenir.

 

Portanto, a dica dos especialistas é tomar bastante líquido e ficar de olho na dieta.

 

Em relação à quantidade de água o ideal é cerca de 2 litros por dia. Uma dica dos médicos é observar a urina, ela deve ser sempre clarinha, caso esteja amarelada demais você provavelmente está ingerindo pouca água. sempre Uma urina escura, fica concentrada e há riscos de desenvolver a doença.

 

 

A produção de urina não se limita apenas a água, pode ser sucos naturais, sopas, frutas, verduras, iogurtes e chás. Ah, refrigerantes e bebidas alcoólicas estão fora da lista.

 

Muitos acreditam que tirar do cardápio leite e derivados espanta o problema, afinal, as pedras são formadas por cálcio. Mas os nutricionistas afirmam que isso tudo não passa de mito. Além de ser perigoso para saúde e para os ossos. As restrições do consumo de lácteos só devem ser feitas em casos extremos.

 

O que causa pedra nos rins é a falta de líquidos, uma alimentação rica em sal, produtos industrializados, embutidos e carnes. A seguir confira os principais alimentos que se deve evitar:

 

Sal

Um dos grandes vilões da alimentação depois do açúcar. O mineral já faz parte da rotina dos brasileiros, mas tem muita gente exagerado na dose. Resultado: doenças crônicas, inflamações e cálculo renal.

 

A melhor alternativa é diminuir as pitadas ou usar ervas para temperar a comida. Sempre falo aqui no blog a importância de uma alimentação pobre em sódio. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ideal é ingerir cerca de 2400 miligramas, algo como 5 gramas.

Glutamato monossódico

O nome parece estranho, mas estar presente em uma porção de alimentos como: macarrão instantâneo, enlatados, congelados, caldos de carne e temperos prontos.

 

Eles também atende por nomes como proteína ou levedo, servem para dar sabor aos “alimentos”. Segundo os especialistas é um veneno ao longo prazo para o organismo pela grande quantidade de sódio presente. Seu excesso pode causar diversos tipos de doenças do cálculo renal ao câncer. 

 

Nitratos e nitritos de sódio

São os famosos conservantes, que não servem para nada, apenas para inflamar o corpo. Eu, sinceramente não consigo chamar de comida um item que possui mais de 15 ingredientes. É tanto: aromatizantes, conservantes, acidulantes, emulsificantes…. a lista é imensa de “antes”.

 

Portanto, exclua da sua rotina; carnes processadas (presunto, salame, mortadela, charque, patês, bacon, calabresa, salsicha e toscana). Além de molhos prontos e sucos de caixinha.

 

Então, a pessoa não poder comer isso nunca mais? Nunca é uma palavra muito forte, você pode consumir uma vez perdida, mas não permita que esses "alimentos" façam parte de sua dieta.

 

Já em relação as carnes consuma com moderação, pois elas são ricas em ácido úrico. O excesso da proteína animal também pode causar pedras nos rins. 

 

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