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5 vilões da alimentação que prejudicam os ossos

02.04.2018

Para manter os ossos e as articulações saudáveis é preciso praticar atividade física. Mas além dos exercícios, ter uma alimentação balanceada faz toda diferença. 

 

A dieta correta para prevenir inflamações deve ser rica em cálcio, colágeno, vitamina D e C, nutrientes essenciais para proteger a saúde óssea. 

 

Com o passar dos anos, alguns problemas podem surgir, os mais comuns são os degenerativos ou os desgastes naturais devido à idade. Além disso, o sedentarismo, sobrepeso, má-alimentação e genética também podem influenciar possíveis complicações. 

Foto: Pixabay 

Para as mulheres de 20 ou 30 anos que acham cedo demais para pensar nisso, é bom rever os conceitos, até porque tudo se baseia na prevenção.

 

Já foi o tempo que apenas os idosos tinham doenças ósseas, hoje em dia até crianças, adolescentes e, principalmente, atletas vivem se lesionando. 

 

Lembre-se nós colhemos o que plantamos. Portanto, para chegar bem na velhice e, sobretudo, saudável, a melhor forma é investir em uma nutrição preventiva.

 

É preciso priorizar nutrientes importantes, entre eles: a vitamina D, pois estimula a produção de cálcio no organismo. Já para evitar possíveis desgastes na cartilagem é fundamental ter uma alimentação rica em colágeno.

 

O que também não pode faltar no cardápio, é a vitamina C, no qual contêm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. Entretanto, assim como existem os alimentos que ajudam a prevenir, tem os que prejudicam.

 

A seguir confira os inimigos dos ossos e articulações:

 

Açúcar

Não tem jeito se você quer proteger sua saúde por completo fique longe dos doces ou coma uma vez perdida. Porém, como resistir a tortas, bolos, refrigerantes e biscoitos recheados? Mude seus hábitos alimentares, priorize o que te faz bem.

 

De acordo com os nutricionistas o açúcar inflama o corpo e são considerados descalcificante. Ou seja, ele reduz a absorção do cálcio. O açúcar também pode surgir com outros nomes, fique atenta sempre aos rótulos, e quando encontrar por exemplo, sufixos “ose” é sacarose e glicose, isto é, açúcar do mesmo jeito. 

 

Sal

Assim como o açúcar o sal é outro inimigo dos ossos. O mineral dificulta a absorção do cálcio no organismo e favorece processos inflamatórios.

 

O ideal é reduzir ou eliminar ele por completo do cardápio. Há diversas alternativas para substituir o sal, como por exemplo, orégano, cebola, alho. Outros alimentos que devem ficar fora da alimentação são os embutidos e industrializados, eles contêm muito sódio na composição. 

 

Glúten

De acordo com alguns especialistas o glúten é um alimento altamente alergênico. Não é à toa que milhares de pessoas no mundo tem ou terá algum problema com a proteína.

 

E o consumo do glúten pode piorar ainda mais quem têm inflamações nos ossos e nas articulações. Se você sente algum incomodo após o consumo de pães, bolachas, pizza e bolo, procure um médico. Faça um teste para identificar se possui alguma alergia ou sensibilidade. Caso dê positivo, elimina a proteína.

 

Café

 O café tem seus benefícios, mas consumir em excesso faz mal. Não tem nada de errado em tomar uma xícara de café pela manhã. Mas, se você toma ele diversas vezes ao dia, é preciso mudar esse hábito, porque o café contém substâncias que diminui a absorção do cálcio.

 

Álcool 

O consumo excessivo de bebidas alcoólicas aumenta a taxa de ácido úrico no sangue. Logo, pode surgir inflamações articular. Se você adora tomar uma cervejinha, prefira apenas em ocasiões especiais e com moderação. 

 

Agora que você conheceu os vilões das articulações, que tal saber quais os alimentos que protegem os ossos?

 

Entre as verduras e folhas: cebola, abóbora, quiabo, repolho-roxo, rúcula, acelga, vagem, salsão, brócolis, couve, espinafre, coentro, alface-crespa, rabanete, jiló e beterraba;

 

Raiz: mandioca, cará, inhame e batata-doce;

 

Frutas: banana-prata, abacate, acerola, laranja, limão, ameixa, mamão formosa, abacaxi e morango;

 

Além do leite integral e seus derivados, sardinha, atum, salmão, semente de linhaça, gergelim, chia e quinoa.

 

Arroz integral, gengibre, aveia, oleaginosas, azeite extravirgem e suco de uva natural.

 

 

 

 

 

 

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